Me chamo Isabela.
Sou feita de atravessamentos, carne, osso, caos e encantamento.
Uma pele que carrega cicatrizes e poesia.
Uma mente que mastiga silêncio e palavra, que transita entre a biologia da vida e os abismos da alma.
Escrevo pra quem nunca coube, pra quem carrega fome de mundo, pra quem entende que existir é rito, é rasura, é renascimento.
Transformo dor em palavra, ausência em poesia e desconforto em travessia.
Poema pra Quem Nunca Coube é meu espaço de confissão e transmutação: minhas histórias trasbordadas em crônica, poema, cicatriz.
Mas dele nasceu também a Frequência Oculta — uma expansão, onde a palavra deixa de ser apenas rasgo e se torna investigação. É onde me movo entre ciência e símbolo, traduzindo os sinais invisíveis que atravessam a vida.
Este é um refúgio pra quem também carrega perguntas maiores que si, pra quem precisa se lembrar que não é preciso se apressar pra existir.
Tudo o que não coube em você ainda pode caber em palavra.
Se sente esse excesso? Entre. Quem carrega excesso não é falha — é frequência rara.
A inquietação é exatamente a nossa linguagem.
O invisível também fala, e talvez seja a sua pele quem traduza.
Se você escuta o que o mundo tenta silenciar, então já pertence a este refúgio.
Se quiser acompanhar essa jornada e receber conteúdos de Poema para quem nunca coube e da Frequência Oculta, inscreva-se e sinta tudo de perto.

